Antidepressivo

Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. Registro M.S. (Cprs.) : 1.5423.0199.
Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. Registro M.S. (Gotas): 1.5423.0206.

Indicação: Indicado para tratamento e prevenção da recaída ou recorrência da depressão; tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia; tratamento do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG); tratamento do transtorno de ansiedade social (fobia social); tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).

Apresentações:
10mg – cx. c/ 30 cprs. rev.
20mg – cx. c/ 30 cprs. rev.
20mg/mL – solução c/ frasco com 15mL

Caixa de embarque: cx. padrão c/ 60 und.

Contraindicações: Contraindicado em pacientes que apresentam hipersensibilidade ao escitalopram ou a qualquer um dos componentes da formulação. O tratamento concomitante com inibidores da monoaminoxidase não-seletivos irreversíveis é contraindicado devido ao risco de síndrome serotoninérgica com agitação, tremor, hipertermia, etc. A combinação de escitalopram com IMAO-A (ex.: moclobemida) reversíveis ou linezolida é contraindicada devido ao risco de síndrome serotoninérgica. Contraindicado em pacientes diagnosticados com prolongamento do intervalo QT ou síndrome congênita do QT longo; em uso concomitante com medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT. Categoria de risco B: Os dados clínicos da utilização do oxalato de escitalopram durante a gravidez são limitados. O escitalopram é excretado no leite materno. Mulheres em fase de amamentação não devem ser tratadas com escitalopram. Recém-nascidos devem ser observados se o uso maternal do escitalopram continuou até estágios mais avançados da gravidez, particularmente no terceiro trimestre. Se o escitalopram é usado até ou próximo ao dia do nascimento, efeitos de descontinuação no recém nascido são possíveis. Se o oxalato de escitalopram for usado durante a gravidez, não interromper abruptamente. A descontinuação deverá ser gradual. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Informe ao obstetra e/ou médico sobre a utilização de oxalato de escitalopram. Cuidados e advertências: Avisar ao seu médico se possui ou apresentou algum problema de saúde. Principalmente, comunique se tem: epilepsia; comprometimento do funcionamento dos rins e/ou do fígado; diabetes; níveis de sódio diminuídos no sangue; tendência a sangramentos ou manchas roxas; se está em terapia eletroconvulsiva; doença cardíaca coronariana; tem ou teve problemas cardíacos ou sofreu recentemente um ataque cardíaco. Pacientes com transtorno bipolar do humor na fase da depressão, ao fazer uso de antidepressivos, podem apresentar uma virada para a fase maníaca. Sintomas como inquietude ou dificuldade de sentar ou permanecer em pé também podem ocorrer nas primeiras semanas de tratamento. Avise imediatamente ao médico a ocorrência desses sintomas. Pensamentos suicidas podem aumentar quando utilizar pela primeira vez um antidepressivo, pois estes medicamentos necessitam de tempo para começarem a agir no organismo, geralmente cerca de duas semanas, às vezes mais. Informe ao médico em caso de gravidez ou planejamento de gravidez. Não deve usar oxalato de escitalopram se estiver grávida ou amamentando, exceto se o médico e paciente já conversaram sobre os riscos e benefícios relacionados. Em caso de uso de oxalato de escitalopram nos 3 últimos meses da gravidez, as seguintes reações poderão ser notadas no recém-nascido: problemas respiratórios, pele azulada, convulsões, mudanças na temperatura corporal, dificuldades de alimentação, vômitos, açúcar baixo no sangue, contrações espontâneas dos músculos, reflexos vívidos, tremores, icterícia, irritabilidade, letargia, choro constante, sonolência e dificuldades para dormir. Se o recém-nascido apresentar algum destes sintomas, contate imediatamente o médico. Comunicar ao médico todos os medicamentos que estiver em uso ou que tenha feito uso nos 14 dias prévios ao início do tratamento com o oxalato de escitalopram. A associação com os seguintes medicamentos devem ter orientação médica: ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios não esteroidais; varfarina, dipiridamol e fenprocumona; antibiótico linezolida; lítio; triptofano; cimetidina; omeprazol, fluvoxamina; ticlopidina; erva de São João (Hypericum perforatum); imipramina; desipramina; flecainida; propafenona; metoprolol;clomipramina; nortriptilina; risperidona; tioridazina; haloperidol; fenelzina, iproniazida, isocarboxazida, nialamida e tranilcipromina. Caso utilize algum destes medicamentos, após a interrupção precisará esperar 14 dias antes de começar o uso de oxalato de escitalopram. Após a interrupção de oxalato de escitalopram, deve-se esperar 7 dias antes de usar qualquer um destes medicamentos. Inibidores seletivos da MAO-A, reversíveis, que contenham moclobemida; Inibidores irreversíveis da MAO-B, que contenham selegilina; mefloquina, bupropiona; tramadol; neurolépticos; sumatriptano e similares; tramadol. Não use oxalato de escitalopram concomitantemente com outros medicamentos para arritmia cardíaca ou medicamentos que podem afetar o ritmo cardíaco, antipsicóticos, antidepressivos tricíclicos, alguns antimicrobianos. O oxalato de escitalopram não interage com alimentos ou bebidas. Apesar de não haver interação, recomenda-se não ingerir álcool durante o tratamento com o oxalato de escitalopram.Os efeitos adversos são geralmente amenos e desaparecem espontaneamente após alguns dias de tratamento. Reação muito comum – ocorre em mais de 10% (> 1/10) dos pacientes que utilizam este medicamento: Náusea. Reação comum – ocorre entre 1% e 10% (> 1/100 e _ 1/10) dos pacientes que utilizam este medicamento: Nariz entupido ou com coriza (sinusite); Aumento ou diminuição do apetite; Ansiedade, inquietude, sonhos anormais, dificuldades para dormir, sonolência diurna, tonturas, bocejos, tremores, sensação de agulhadas na pele; Diarreia, constipação, vômitos, boca seca; Aumento do suor; Dores musculares e nas articulações (mialgias e artralgias); Distúrbios sexuais (retardo ejaculatório, dificuldades de ereção, diminuição do desejo sexual e, em mulheres, dificuldades para chegar ao orgasmo); Cansaço, febre; Aumento do peso. Algumas reações incomuns – ocorre entre 0,1% e 1% (> 1/1.000 e _ 1/100) dos pacientes que utilizam este medicamento: Sangramentos inesperados, o que inclui sangramentos gastrointestinais; Urticária, eczemas (rash), coceira (prurido); Ranger de dentes, agitação, nervosismo, ataque de pânico, estado confusional. Alguns pacientes já apresentaram (frequência não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis): Pensamentos suicidas e de autoflagelação; Tontura ao levantar-se por queda da pressão; Alterações nos exames de função hepática; Transtornos do movimento (movimentos involuntários dos músculos); Priapismo; Alterações de coagulação; Angioedemas; Aumento da quantidade de urina excretada.